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BICICROSS SOCIAL -Integrar pelo Esporte COMO PARTICIPAR AS AULAS SÃO GRATUÍTAS Para participar das aulas de bicicross, o responsável pela criança ou adolescente interessado deve apresentar Carteira
de Identidade (RG) ou Certidão de Nascimento do aluno Maiores
informações: As entidades que atendem crianças que queiram participar do projeto Bicicross Social devem entrar em contato no Centro Esportivo e conversar com Cida Comitre ou Waldir. As inscrições devem ser feitas exclusivamente no Centro Esportivo André Matiello que fica na rua Padre Lara de Moraes, no bairro Pinheiros, à margem direita do Rio Sorocaba, de segunda a sexta, das 08h às 18h. As aulas são gratuitas. O projeto Bicicross Social - Integrar pelo Esporte é desenvolvido pela Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria de Esportes (Semes), em parceria com o Clube Sorocabano de Bicicross. Cida
Comitre BICICROSS SOCIAL -Integrar pelo Esporte Desde
2006 - O Clube Sorocabano de Bicicross e a Prefeitura Municipal/Semes
vêm trabalhando com crianças e adolescentes de todos os
níveis sociais. Para assistir a Apresentação Institucional do PROJETO SOCIAL clique aqui O
Que é ? Objetivos Entidades
Envolvidas - 800 crianças METAS
2010 Mais Bicicross Social Notícia publicada na edição de 23/11/2008 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 2 do caderno B Emoção, adrenalina, aventura, vontade de competir, de se aprimorar, e por que não, de vencer. Esses são alguns dos predicados da prática do bicicross, atividade esportiva que há 20 anos tem formado em Sorocaba crianças e jovens, meninos e meninas, das mais variadas classes sociais. Muitos deles tornaram-se grandes esportistas, com nomes respeitados internacionalmente. E a modalidade esportiva tem conquistado cada vez mais adeptos. Aqui na cidade, o projeto Bicicross Social - Integrar pelo Esporte, realizado no Centro Esportivo André Matiello, tem reunido inclusive os assistidos por entidades beneficentes, com um resultado bastante positivo no que diz respeito ao crescimento pessoal e desenvolvimento desses jovens. Cida Comitre, presidente do Clube Sorocabano de Bicicross e criadora desse projeto social, explica que o bicicross tem proporcionado a seus praticantes a integração social, a melhora da auto-estima e da coordenação motora, tem ajudado os esportistas a desenvolverem habilidades, a terem auto-controle, disciplina, e principalmente, objetivos na vida. Eles aprendem a ter metas. Além disso, o esporte ensina a cair, a levantar, a dividir as vitórias e derrotas, a respeitar o adversário e perceber que cada um tem um limite, explica. As aulas levam semanalmente, ao Centro Esportivo, cerca de 200 crianças e adolescentes da comunidade e de instituições como o Lar Escola Monteiro Lobato, Associação Criança, Pastoral da Criança, Apae, Pró-Ex, Fundação Melanie Klein e Associação Santa Rita de Cássia, além do Núcleo de Atendimento Integrado de Sorocaba (Nais). Esse projeto do Bicicross Social foi criado há dois anos como forma de estender a atuação do Centro Esportivo, que completou 21 anos de atividade no dia 12 de novembro passado. Ainda de acordo com Cida, a idéia também foi a de mostrar que o bicicross não é um esporte elitizado, como alguns podem pensar. Tem gente que acha caro por conta do valor da bicicleta, mas nós oferecemos as nossas bicicletas e temos muitos que chegaram a ser campeões com elas, esclarece e acrescenta: É impressionante a melhora que essas crianças estão tendo na auto-estima e comportamento, já que desenvolvemos um trabalho em conjunto com as entidades, com as respectivas escolas das crianças, e também com participação da família. Orientados pelo professor e administrador do Centro Esportivo, Waldir de Mello Fernandes, os esportistas tiveram significativas evoluções técnicas e também sociais. O comportamento que mudou muito foi o da criança mais rica, que antes até recusava alguns lanches, escolhia mais o que comer, mas ao perceber que a outra criança ia de chinelo porque não tinha tênis e que guardava o lanche para o irmão também poder comer, a criança mais abastada passou a comer o lanche sem escolher, mudança que surpreendeu até mesmo os pais, conta. Adrenalina Assistidos pela Associação Santa Rita de Cássia, que atende portadores de necessidades especiais com deficiência mental, os jovens Geso, André e Elvis dizem que gostam muito de praticar o bicicross, atividade que para eles é uma aventura. Geso Oliveira Júnior, de 31 anos, vem de Salto de Pirapora a Sorocaba três vezes por semana só para treinar. Ele conta que aprendeu a andar de bicicleta ainda criança. Sempre fui xereto, desde moleque. Caí muito para aprender, depois não esqueci mais, afirma. O bicicross tomou conta de sua vida de uns tempos para cá, quando sua professora da Associação o convidou para freqüentar as aulas. É muita adrenalina, diz empolgado. Sua própria bicicleta ele afirma ter ganhado aos 18 anos de idade. É uma bicicleta comum, dessas de marcha, completa. Também André Augusto dos Santos, 24 anos, diz adorar o bicicross. Eu me sinto mais tranqüilo e feliz, afirma. André, que tem sua própria bicicleta, participa de competições e ficou em terceiro colocado no ranking final do Campeonato Paulista, na categoria Especial. Para Elvis Batista Medeiros, de 23 anos, praticar bicicross significa ter um futuro. Ele diz que pretende se profissionalizar. Treino quatro dias por semana. Gosto de disputar campeonatos, ganhar troféus e chegar em primeiro lugar, empolga-se. A única coisa que sente falta é de ter uma bicicleta. Só uso a do projeto mesmo, completa. Cida Comitre afirma que a falta de condições dos participantes, de comprar uma bicicleta, é resolvida pelo próprio clube, que empresta para os treinos. Trabalhamos em conjunto com as bicicletarias de Sorocaba, principalmente o Ciclo Avenida, que dão desconto para quem doar a bicicleta velha ao comprar uma nova, e essa bicicleta já usada é encaminhada para nós, esclarece. Também há os que não têm condições de ir com camiseta de manga comprida. Muitos apareciam aqui com jaqueta e passavam calor. Então, a partir do próximo ano, o uniforme será fornecido para todos os participantes, diz. Ainda conforme Cida, para muitos participantes do projeto só o fato de vestirem os uniformes e irem até os locais da competição já é uma alegria. Os que vão se destacando nós levamos para os campeonatos, e eles vão progredindo nas categorias. Temos espelho lá em cima, uma equipe respeitada no mundo inteiro, diz. Cida refere-se a nomes como Ricardo Peres e sua filha Mayara Peres, Bianca Quinalha, Robson Palomar, entre outros, todos formados pelo Clube Sorocabano de Bicicross. Mas nossa preocupação não é que sejam campeões no sentido de competir, queremos que sejam campeões na vida. Cida, que já foi atleta do basquete e trabalhou durante 38 anos na secretaria de Esportes, afirma que tudo começou com seu filho, o conhecido esportista Ricardo Peres. E desde então as crianças vem aqui com um objetivo: o de competir mesmo. Para participar das aulas de bicicross, o responsável pela criança ou adolescente interessado deve apresentar a Carteira de Identidade (RG) ou Certidão de Nascimento do aluno, comprovante de endereço, duas fotos 3 X 4, um exame médico para autorizar o início das aulas e também preencher uma ficha cadastral. Já as entidades que atendem crianças que queiram participar do projeto Bicicross Social devem entrar em contato no Centro Esportivo e conversar com Cida Comitre. As inscrições podem ser feitas a partir do dia 10 de janeiro de 2009. As aulas são gratuitas. O Centro Esportivo André Matiello fica na rua Padre Lara de Moraes, no bairro Pinheiros, à margem direita do Rio Sorocaba, e funciona de segunda a domingo, das 7h às 19h. O projeto Bicicross Social - Integrar pelo Esporte é desenvolvido pela Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria de Esportes (Semes), em parceria com o Clube Sorocabano de Bicicross. Bicicross Social / Rotary Manchester Notícia publicada no site Ceagesp Sorocaba em 2008O programa Bicicross Social nasceu em 2006 realizando um grande sonho da panathleta e presidente do Clube Sorocabano de Bicicross, Maria Aparecida Comitre Perez, que no esporte de representação já tinha conseguido todos os títulos possível para Sorocaba, desde regional até conquistas mundiais, mas seu sonho era atender as crianças carentes que não tinham oportunidade de praticar a modalidade. Participando dos convívios mensais do Panathlon Club de Sorocaba, lançou sua idéia e teve vários adptos ajudando a formatar o projeto que pudesse atender crianças de todas as regiões da cidade com objetivo de formar cidadãos antes mesmo de criar campeões. Ele passou a ter o seu ponto central no Centro Esportivo André Matielo e passou atender crianças do Lar Escola Monteiro Lobato e da Pastoral do Menor com os bairros; Habiteto, Manchester, Ipiranga, CDHU, Ouro Fino e Nova Esperança, alem das crianças portadores de necessidades especiais da APAE, Instituto Melanie Klein, Creche Especial Maria Claro, Associação Criança, Pro-Ex e Instituto Santa Rita de Cássia. Quem chega hoje na pista de bicicross do Centro Esportivo André Matielo pode se impressionar com o número de crianças e adolescentes que se exercitam no local. É que semanalmente, cerca de 200 crianças integrantes do projeto participam de aulas e outras atividades no local, muitos parecem voar após alguns saltos nas rampas, mostrando grande sintonia com as bikes. A ex-atleta Cida Comitre é a responsável pelo projeto, relata que "Teve muita gente que não acreditou no projeto e hoje ele é uma realidade. Aqui ensinamos as crianças a terem disciplina, serem bons alunos, falamos sobre a importância da família e alertamos sobre o uso de drogas. Queremos formar cidadãos responsáveis", explica a também presidente do Clube Sorocabano de Bicicross, mãe e avó dos campeões Ricardo e Mayara Perez. Junto com Cida, trabalham atualmente no Bicicross Social o coordenador voluntário e professor Waldir Fernandes e dois professores de educação física cedidos pela prefeitura. "Se não fosse a parceria com a Prefeitura, esse projeto não funcionaria. Além de as crianças portadoras de necessidades precisarem de cuidado e atenção redobrados, motivo pelo qual nos preocupamos em ter os professores por perto, ela oferece lanches e materiais, como capacetes e luvas para as crianças", explica Cida. As aulas começaram em 2006, com 10 bicicletas; hoje são 40 veículos, muitos doados pela comunidade e por bicicletarias da região. "As bicicletarias colaboram fazendo a manutenção e até ajudam na arrecadação dos veículos. Para o futuro, gostaria de montar uma oficina profissionalizante para que as crianças aprendam a consertar bicicletas e tenham assim uma profissão planeja Cida. |